OUSADIA
Ousadia é sinônimo de: coragem, valentia, bravura e intrepidez.
Ser ousado é não ter medo de
se expor, nem de correr riscos.
É fazer o que deve ser feito, mesmo que com
medo.
Ser ousado é encarar
desafios quando eles aparecem, às vezes,
até mesmo criá-los.
Por causa da timidez, o
homem não faz tudo que poderia fazer, não alcança todas as vitórias que poderia
alcançar. Fica parado, sonhando sempre, desejando sempre, planejando sempre,
tendo sempre as mesmas boas intenções.
Ousadia não é esbravejar,
ameaçar, fazer barulho, prometer mundos e fundos, chamar a atenção, desafiar a
adversidade e os adversários, subir acima das nuvens do céu. Ela não é outra
coisa senão dar conta do recado com permanente disposição e com o prudente
acompanhamento da modéstia.
Precisamos de ousadia para sair da rotina e
fazer proezas: “Em Deus faremos proezas” (Sl 60.12). A ousadia
espiritual pode conduzir-nos à experiência de Paulo: “Tudo posso naquele que me
fortalece” (Fp 4.13).
Precisamos de ousadia para confiar em Deus,
ainda que andemos pelo vale da sombra da morte (Sl 23.4), “ainda que a terra se
transtorne e os montes se abalem no seio dos mares” (Sl 46.2), e ainda que a
figueira não floresça, nem haja fruto na videira (Hc 3.17-19). Apesar de
maltratados e ultrajados em Filipos, Paulo e Silas tiveram ousada confiança em
Deus para anunciar o evangelho aos tessalonicenses, “em meio de muita luta”
(1Ts 2.2).
Ela pode ser uma bênção, se
for usada corretamente, e uma tremenda desgraça, se for usada em função do
pecado.
A ousadia sem a confiança, é
vã.
A falta de uma meta nos faz
navegar à deriva,
sem destino e vivendo inseguro.
Deus restaura os sonhos,
levanta uma geração de adoradores, uma geração de ousados, que se esforçam em
alcançar suas metas.


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